Los Ablucionistas

ZAATAR  Poudre des cèdres, le pain déchiré t’enveloppe de beauté. Le pied est baigné de rameaux. Le sésame s’ouvre à mes lèvres. Le thym brille à la chaleur d’une man’ouché, lézard sur le brun d’un carrelage. Elle est tard. L’olive est vierge. L’assiette est creuse. Ta maison dort. Elles attirent le rouge sombre d’une balade en summaq. « Poèmes d’ici », L’Orient littéraire n°136, Alexandre Najjar (dir.), Beirut, octubre del 2017, p. IV ZAATAR Polvo de cedros, el pan desgarrado te envuelve de belleza. El pie está bañado de palmas. El...
  • junio 19, 2020
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Vers de circonstance A estupidez é sua própria recompensa.    Graças a ela, o mundo faz sentido,    um só, que é fácil de identificar. E só o fácil satisfaz a quem não pensa. Pensar só dá trabalho. E dói. A ignorância    é o sumo bem dos cidadãos de bem,    é a verdadeira marca dos eleitos. Ter sucesso é não ter que saber. Saber cansa, e o objetivo central de qualquer existência   só pode ser não se cansar. Olhai as vacas do campo: não lhes faz...
  • junio 12, 2020
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septiembre 28, 2022
septiembre 20, 2022
Olga Orozco
septiembre 19, 2022