poesia brasileira

SAVYA BARRAULT PONIÉNDOSE SUS ZAPATOS Las palabras del ahorcado eran más que un juego. Las arenas desconfiadas del semen encontrado en la quilla de los barcos, la marea perforada y el número indivisible por otros. ¿Por donde pasan los siglos sin que el polvo sea consumido? ¿Desde cuándo negocia la clemencia los estragos de sus islas sumergidas? Los diamantes eligen mujeres y hoteles de sus malas costumbres. Una de nosotras se llama Savya Barrault, la otra hace mucho olvidó sus quejas y camina por la playa en las noches...
  • junio 30, 2022
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  É foda por que São milhões de orgasmos Pessoas gritando Morrendo nascendo Tudo está acontecendo Agora A cada letra que digito Na tela nervosa Rachada do celular Agora A cada dígito que roda Na bolsa Nas apostas Na máquina registradora Caça níquel De cada bala perdida Camisinha Croissant Cruzando os céus Bilhões de gemidos Estrelas que explodem E depois a vida com suas esquinas Encruzilhadas esquisitíssimas Aquelas perguntas Tudo Agora Ao mesmo tempo Quantos tiros disparados? Mensagens disparadas Quantas bombas detonadas? Agora Milhões de pessoas Que não param...
  • mayo 3, 2022
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  Alexandre Dacosta é artista visual, músico, compositor, cineasta, ator e poeta. Realizou 17 exposições individuais, RJ/SP/PE e Montevideo /Uruguai, e mais de 100 coletivas no Brasil e no exterior. Recebeu 2 prêmios de pintura: IBEU (1985) e Secretária de Cultura no XVIII Salão de Belo Horizonte MG (1986). Foi professor do Curso Fundamentação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage/ RJ (2011-2016). Em 1981 cria com Ricardo Basbaum a “Dupla Especializada” e dois anos depois o Grupo “6 Mãos”, com Basbaum e Barrão. Integra o Grupo 8...
  • abril 25, 2022
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[…la venus de willendorf tiene…] la venus de willendorf tiene la capacidad abierta y usada desde siempre dicen especialistas la venus de willendorf era usada en ritos de fertilidad pequeña usable era usada como amuleto era usada como objeto de limpieza abyecto introducido en la capacidad de las venus ordinarias era usada como peso para sostener puertas abiertas era usada para revolver alimentos ritualísticos era usada en el hervor de los alimentos más corrientes usada en la tierra era plantada antes de los alimentos usada dispersor de aromas se...
  • enero 31, 2022
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Dona Maria inventou moqueca de jaca coisa que ninguém mais faz em todo o vasto Vale do Capão a sua mãe de noventa e quatro anos já soletra que o tempo é capaz de tudo ela que tirou criança para a luz ensurdecedora da vida e ela que ainda puxa o terço em português mestiço e latim terso ora (direis) moqueca sabe a sal e moqueca de jaca não existe Dona Maria é cúmplice do vento antes não tinha mas agora tem a tradição é coisa que se inventa...
  • diciembre 23, 2021
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Pau Mandado   Fadado o touro ataca e tu sabes que cor q ele mata? meu sangue é vermelho, então visto a camisa, fechando com eles, graças a Deusa, a Isa! graças a Ira! cas brabas e os mano da fala,   Impomos defesa, fechamo num ciclo toureiros ou toulas não somos mar muleke é cada barra, batalha dá sobrevivência, É sobre viver no Hell, de Janeiro a janeiro   na rima ele taca, chama-da revolta eu chamo levante a paz inexiste onde existe mordaça e nada acontece largando...
  • noviembre 11, 2021
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ME DI CUENTA DE QUE ESTÁBAMOS DE NUEVO EN SEPTIEMBRE Cuando me decías no es un poco injusto que caminar en la lluvia no te convierta en lluvia pero que al arrojarte al fuego te conviertas en fuego? No hay equivalencia entre los elementos, y me acordé de cuando éramos niños jugando al jan ken pon donde el reino mineral era soberano aunque el papel sea más útil en tu vida hoy quién necesita una piedra cuando tiene al comisario de abordo tratando de hacerme reír aprendiendo la pronunciación...
  • septiembre 16, 2021
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Ele mesmo: Maiakovski*   Ao Boris (óbvio)   A antiga aldeia de Bagdádi tem o nome de Maiakóvski   é poeta (diz primeiro receia que se duvide?) e segue: é justamente por isto que sou in teressante   sobre isto escrevo sobre o restante: apenas se foi defendido com a palavra   só me lembro no ano mil e cem certos dórios foram estabelecer-se não sei onde   nado livremente em minha cronologia   noções do poético: atrás da parede murmúrio infindável papai e mamãe   não dormi a...
  • septiembre 3, 2021
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Traductora: Camila I. Medail todo lenguaje es crimen mayor o menor PARA EL POEMA DE ESTA PÁGINA (“Dedicado a Matilde Campilho, que sin saber me enseñó”) para el poema de esta página: a – abrir la ventana más próxima b – a falta de ventana, crear una c – ver: flor. o muro. o cieno. o mierda. o una pareja descubriendo el mapamundi en el cuerpo uno del otro. d – repetir los pasos anteriores. el sexo devenir perpetuo: tiempo encarcelado el amado y su amado inventan tiempo, cuerpo,...
  • agosto 12, 2021
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VISÃO Te encontrar numa praia de areia muito branca e mar muito azul. Pegar os teus dois olhinhos marrons e colocá-los num vidrinho em cima das pedras brancas da encosta. Ficar ali a ver o mar e a olhar os teus dois olhinhos e a lembrar que nem tudo o que está posto no mundo é para se pegar com as mãos. AUTORRETRATO Imaginas que, também aqui, no frio absurdo do museu, acompanhada do barulho excessivo das marteladas do andar debaixo, da minha total descrença no mundo, do meu...
  • julio 22, 2021
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septiembre 28, 2022
septiembre 20, 2022
Olga Orozco
septiembre 19, 2022