poesía brasileña

tradutores: Fernando Pérez Villalón, Alfredo Fressia, Alejandro Mendez, Martín Palacio Gamboa, Vicente Araguas e o próprio autor (revisão de “Una bruja” por Ayelén Medail) COURAGE DE LUXE o mesmo deus que te deu tuas leis em conserva papai mamãe te deu as bichas os viados as sapatas deu os computadores e as pragas do egito deu-te mãos e pés e um corpo perfeito ou deu-te uma série de defeitos na metafísica e no corpo o mesmo deus que te dará ao pó e que te deu a bomba em...
  • junio 16, 2021
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DAS TAUTOLOGIAS N. I   mão, aparador um e-mail entre os jovens sãos e salvos   as tentativas de não ficar presa como  um ator em uma redoma,  ou uma experiência em  um béquer de um físico em intensificados círculos familiares.    a tentativa que transborda em seu redor     na casa, as tautologias do início ao fim,  se é, é  os encadeamentos.  se ficar, ou não – se descer,   os círculos sem saída também nas questões do gosto, se não é possível mais copiar, então que...
  • mayo 26, 2021
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Sinopse Inspirados em uma das lendas da violeta, que começa a eclodir ao final do rigoroso inverno para florir irradiante na primavera, Val Mello e Jorge Ventura costuram seus poemas de modo a exprimir o canto de amor sobre a saudade, de acalanto sobre a angústia, de equilíbrio sobre o desespero. A obra A Violeta Dezenove – Uma Transmutação Pandêmica expõe os sentimentos de tantos humanos no planeta Terra, as dores da pandemia e a alegria suprimida pela ausência de parentes, amigos, vizinhos e conhecidos que se foram, sobrando...
  • mayo 25, 2021
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saudade saudade é saudade é um saudade é um barco saudade é um barco à saudade é um barco à deriva saudade é um barco à deriva na saudade é um barco à deriva na tempestade saudade é um barco à deriva na tempestade saudade é um barco à deriva na saudade    é    um    barco    à    deriva saudade    é    um    barco    à saudade    é    um    barco saudade    é    um saudade    é saudade QUARTO VAZIO...
  • mayo 21, 2021
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Rastros sonoros Como aterrissar das nuvens de sonhos? Quando a noite rompe apagando a luz? A sabedoria de um corpo sempre seduz Na penumbra de um entardecer de frio E todo aquele universo antes sem brio Tira desta angústia do lugar nenhum TUM TUM TUM TUM TUM TUM TUM Meu coração batendo forte lá dentro Queimando feito Sol neste momento… Silêncio e Memória As palavras go te jam a arte do traçado irregular Ente o Silêncio e a memória Tudo será possível na lembrança Quando o espaço-tempo se mescla...
  • mayo 17, 2021
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traduções para o espanhol: Sergio Ernesto Ríos   1 estamos sempre perfurando o tempo temos abismos que rasgam os antebraços e uma cicatrização forjada na língua dos dias criamos sempre os mesmos calabouços e nenhuma procissão nos salva nossa linguagem é picada pela desmemória e nossa vigília é abastecida pelo erro deus fala uma linguagem indecifrável mas estamos sempre a traduzir como poço, cavalo ou nós mesmos. estamos siempre perforando el tiempo tenemos abismos que rasgan los antebrazos y una cicatrización forjada en la lengua de los días creamos...
  • mayo 13, 2021
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SONHO QUE SOU JOÃO ANTÔNIO SONHANDO QUE É FERNANDO PESSOA Num subterrâneo Letes ou num Eufrates interno Tocando ramos de invisível água ou fazendo círculos com pedrinhas atiradas num Tejo etéreo Não importa… A quimera-esfinge me espera em todas as margens tendo à sua direita Sá Carneiro e Antero que riem do riso de Cérbero, quando por eles passo, sou acordado e como se sonhasse vou ao encontro de Adília Lopes que está dançando nua na fonte cercada por uma auréola de baratas brancas, Adília me aponta uma carreira...
  • mayo 5, 2021
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tradução: Sergio Ernesto Ríos   1.  há alguma instabilidade em todas as coisas até que se pronuncie o nome em voz alta e com o corpo inteiro escrito: isto em qualquer língua se pode conjurar a fruta agora isto está aberto podemos fixar por instantes a sombra, antes vaga, de todas as árvores a casa e até os espelhos podemos levar a cabo o sonho à superfície fina dos acontecimentos agora podemos tocar na pele das coisas sem queimar os dedos tudo é perscrutável exceto os barcos que já...
  • abril 28, 2021
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Toda mãe tem as duas mãos quebradas, e são para quem nunca as concedeu. Como se fosse inconcebível fado o nome carregado, o nume dado da vila inacabada. Quem te deu que vai ruindo todo nas quebradas um erro infando, as contas de um abrigo perto, teus descontentos descontando? Conta nos anos tua perda estando dia. Te deu a casa em desabrigo, o tempo dava o som do nunca sido: cordas umbilicais, teu nome quando, pra comungar, as coisas desvalando, dia te deu um sono desabrido. Dia te deu...
  • abril 19, 2021
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DEI O QUE TINHA 1. te dou de comer na palma da minha mão. é ancestral o gesto de agachar, se reconhece: me curvo ao chão então, você vem, faminto. não distingue entre o que é comida e quem eu sou. penso domar a fera, as pontas dos meus dedos se vão. não distingo se é dor ou prazer me transformar em seu alimento. voltarei amanhã, você sabe. 2. sequer havia luz, mesmo assim, aprendi a te alimentar primeiro. antes de qualquer verbo ou nome: não havia chamado, ainda...
  • marzo 25, 2021
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